estou de vigiando hahah

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Casamento LuAr #Imagine

No altar ele estava nervoso, entrelaçava seus dedos com freqüência e assentia para os amigos toda vez que recebia um sorriso. Tentava sorrir de volta, e apesar de extrema felicidade que sentia, parecia ser impossível mover sua mandíbula. Molhou os lábios com a língua e olhou para a porta, apreensivo. E se ela desistisse? 

Ela saiu do carro com a ajuda de seu querido pai. O vestido não tinha calda, mas era rodado e perfeitamente ajustado em seu corpo. O modelo era tomara que caia e realçava seus seios com um belo decote. ( VESTIDO ) O cabelo estava impecável com um meio coque, e cachos soltos. ( CABELO ) A maquiagem realçava seus olhos lindos, aqueles pelo qual ele iria encarar por muito e muito tempo. ( MAKE). Estava dispersa de si, e não poderia deixar de relembrar os tantos momentos que passou ao seu lado. 

― Você está pronta, querida? ― Billy perguntou com um microfone em mãos, afastando-a de seus devaneios. 

― Sim, eu estou. ― Sorriu levemente e pegou o microfone em sua mão. Esticou novamente as luvas que se seguiam até o cotovelo e respirou fundo… Apesar de ter a certeza que aquela era uma das suas maiores vontades, o seu estômago se retorceu… De felicidade, emoção, nervosismo. Tudo junto. 

― Estaremos no altar. ― Billy avisou, como se não fosse óbvio. Trocou olhares com Cláudia e ambos olharam a filha, extremamente orgulhosos e emocionados. 

― Você está linda minha pequena. 

― Mãe, nada de chorar! Você sabe que se chorar eu vou chorar também. 

― Não chore! ― Se aproximou e alisou seu rosto delicadamente. ― Que você seja muito feliz, filha. 

― Arthur está esperando, só pela cara dá pra vê o quanto está nervoso. ― Marisol se aproximou com um sorriso largo. 

― Ele deve estar pensando que eu desisti. ― Riu baixinho. Ela realmente o conhecia. 

― Então vamos logo, antes que ELE desista. ― Billy brincou. 

― Pai! ― Lua soltou uma risada deliciosa. Suas irmãs a ajudaram a ajeitar mais uma vez o vestido. 

― Acho que está tudo certo. ― Ana Terra a olhou. ― Você está deslumbrante. 

― Obrigada! ― Engoliu a saliva. Todos aqueles elogios e olhos marejados fixados a ela, começavam a lhe atingir crucialmente. Tinha vontade de chorar, de beijá-los, esmagá-los em seus braços. Mas precisava se conter para parecer-se realmente com a princesa dos contos de fadas. 

Todos entraram e se direcionaram para os seus devidos lugares. Arthur enrijeceu o corpo quando percebeu as pessoas comentarem que ela havia chegado e o estômago lhe retorceu quando os músicos começaram a tocar. Lua diferente de muitas noivas, não optou por uma marcha cerimonial. Ela entraria cantando…

MÚSICA AQUI ~ DEÊM PLAYER 

Me sinto tão amada isso faz bem. O coração da gente quando tem. Alguém pra dividir um grande amor. Como a brisa da manhã, assim você chegou. 
Todos se levantaram e ela apareceu na porta, permaneceu parada, enquanto cantava e o encarava. Ele que antes não conseguia sorrir, estava com um sorriso estridente no rosto. Ela estava perfeita. Ela era sua princesa. E ela estava ali. 

Uma ótica perfeita de amor, uma ponte sobre um rio de dor. Na minha vida um sonho lindo se realizou, um presente enviado pelo meu Senhor. Você foi como um dilúvio de amor. Arrancando do meu peito uma dor. E no lugar daquela cicatriz marcou. As cenas lindas que o tempo já notou. Você é minha tempestade do bem. Trazendo chuva ao meu deserto, me fazendo alguém. Amada simplesmente pelo que é ontem namorada, noiva, e agora sua mulher. 
Ela sorriu e só então começou a caminhar lentamente pra o altar. Olhava ás vezes para os amigos presentes, sorria e assentia com a cabeça. 

Me sinto tão amada isso faz bem. O coração da gente quando tem. Alguém pra dividir um grande amor. Como a brisa da manhã, assim você chegou. Uma ótica perfeita de amor, uma ponte sobre um rio de dor. Na minha vida um sonho lindo se realizou, um presente enviado pelo meu Senhor. Você foi como um dilúvio de amor. Arrancando do meu peito uma dor. E no lugar daquela cicatriz marcou. As cenas lindas que o tempo já notou. Você é minha tempestade do bem. Trazendo chuva ao meu deserto, me fazendo alguém. Amada simplesmente pelo que é ontem namorada, noiva, e agora sua mulher. 
Parou em meio ao caminho e continuo a cantar com os olhos fixados ao futuro marido. 

Vamos nos molhar na chuva do Senhor
. Alimentar com bênçãos o nosso amor. Fazer valer a pena tudo que a gente conquistou. Vamos juntos fazer um culto de agradecimento a Deus. Quando mais precisei você me apareceu. Um presente e o remetente era Deus. Me sinto tão amada, isso faz bem.Você foi como um dilúvio de amor. Arrancando do meu peito uma dor. E no lugar daquela cicatriz marcou. As cenas lindas que o tempo já notou. Você é minha tempestade do bem. Trazendo chuva ao meu deserto…

Chegou ao altar e ele estendeu uma mão para segurar a mão disponível dela. Os olhos se inundaram a vê a mulher da sua vida em sua frente. Ela cantou em um tom mais baixo e sorriu ao sentir a mão dele acariciar-lhe a bochecha. 

… Me fazendo alguém. Amada simplesmente pelo que é. Ontem namorada, noiva, e agora sua mulher. Ohhh, ohh. 

Colaram suas testas e ao mesmo tempo lágrimas ligeiras escorreram pelo rosto de ambos. Lágrimas acompanhadas de sorrisos largos e singelos. Eles estavam felizes. Mais que isso, realizados. 

O sacerdote fez o discurso cerimonial e por fim chegaste a hora do consentimento divino. 

― Arthur Queiroga Bandeira Aguiar e Lua Maria Blanco, viestes aqui para celebrar o vosso Matrimônio. É de vossa livre vontade e de todo o coração que pretendeis fazê-lo?

― É, sim. ― Sorriram. 

― Vós que seguis o caminho do Matrimônio, estais decididos a amar-vos e a respeitar-vos, ao longo de toda a vossa vida?

― Sim. 

―Estais dispostos a receber amorosamente os filhos como dom de Deus e a educá-los segundo a lei de Cristo e da sua Igreja?

― Sim. 

― Uma vez que é vosso propósito contrair o santo Matrimônio, uni as mãos direitas e manifestai o vosso consentimento na presença de Deus e da sua Igreja.

Os noivos uniram as mãos direitas e olharam para a entrada. A porta aliança entrou trazendo as mesmas sobre uma almofadinha de veludo vermelha. Com muita disciplina parou em frente de Arthur e Lua e ergueu a almofada, permanecendo intacta. Lua lhe lançou um sorriso, Arthur também. Ele se apoderou da jóia reluzente e encaixou lentamente no dedo de Lua, enquanto lhe dizia:

― Eu Arthur Queiroga Bandeira Aguiar, recebo-te por minha esposa a ti Lua Maria Blanco, e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida.

Uma lágrima escorreu lentamente pelo rosto de Lua e ele a enxugou com cautela para não lhe borrar a maquiagem. Ambos sorriram e ela pegou a aliança sobre a almofada. 

― Eu Lua Maria Blanco, recebo-te por meu esposo a ti Arthur Queiroga Bandeira Aguiar, e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida.

― Confirme o Senhor, benignamente, o consentimento que manifestastes perante a sua Igreja, e Se digne enriquecer-vos com a sua bênção. Não separe o homem o que Deus uniu. Agora o noivo pode beijar a noiva.

Eles se olharam fixamente, havia uma imensidão de sentimentos fluindo por aqueles olhares marejados. Novamente eles sorriram e se aproximaram. Ele roçou levemente seus lábios e calmamente deu início a um beijo. Todos aplaudiam de pé. Ele era dela. Ela era dele. Sempre foi assim. Sempre será. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário